Coletores da SAE denunciam falta de funcionários, desvalorização e dizem que coleta está ameaçada

Juntamente com as críticas por falta de água constante e alto valor nas tarifas cobradas pela SAE, as redes sociais tem dado ênfase à falta ou atraso na coleta de lixo em alguns bairros da cidade.

Nesta Segunda-Feira, 07 de Janeiro, um grupo de coletores de lixo domiciliar esteve presente em uma reunião com o Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos de Ourinhos e Região.

Dentre as queixas dos coletores estão a sobrecarga dos servidores remanescentes, falta de reajuste e valorização por parte do Prefeito Municipal e seus comandados, desvio de função de diversos funcionários do setor e a tentativa impor uma jornada de 8 horas aos profissionais, diferente das 6 horas que habitualmente trabalhavam.

Embora não se trate de uma greve, os servidores afirmam que a coleta poderá acabar comprometida de forma grave caso não seja tomada nenhuma providência.

Os moradores de vários bairros tem notado o atraso e até mesmo a ausência dos lixeiros nos dias programados para haver coleta.

Um coletor que prefere não ser identificado relata que a atual gestão e seus administradores vem reduzindo o número de funcionários que atuam em cada caminhão e fundindo setores da coleta, causando uma sobrecarga nos poucos profissionais que ainda não desenvolveram nenhuma doença em função da jornada exaustiva e degradante.

A grande preocupação da população Ourinhense é acabar sem água, sem esgoto tratado, sem coleta de lixo e com uma conta enorme para pagar. O Clamor é grande para que os vereadores ou o ministério público cobrem explicações a quem tem o dever de explicar.